Construção de Manual para Familiares e Visitantes de Pacientes Internados em Unidade de Terapia Intensiva

Autores

  • Tereza Raquel Schorr Calixto Mestre em Enfermagem e Doutoranda em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP) https://orcid.org/0000-0001-5708-5082
  • Cassiana Mendes Bertoncello Fontes Doutora - Docente de Enfermagem na Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP).
  • Ana Silva Sartori Barraviera Seabra Ferreira Doutora - Assistente de suporte acadêmico III da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). https://orcid.org/0000-0002-2035-7731
  • Ana Flávia Bozolan Aluna do Curso de Graduação em Enfermagem da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). https://orcid.org/0000-0003-3108-1790

DOI:

https://doi.org/10.36489/nursing.2026v31i332p12540-12563

Palavras-chave:

Humanização, Acolhimento, Famílias, Unidade de Terapia Intensiva, Pandemia, Covid-19

Resumo

Objetivo: construir um manual para os familiares e visitantes de pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva de um hospital público de ensino. Método: estudo de delineamento metodológico. A elaboração do produto constituiu-se em três etapas: uma revisão integrativa de literatura; construção do manual e validação de conteúdo por especialistas.  Foi aprovado pelo comitê de ética local, com parecer consubstanciado número 4.190.568. Resultados: as evidências científicas demonstradas na síntese de conhecimento foram especificadas no manual. A versão final do manual pode ser acessada pelo link: https://drive.google.com/file/d/1DDI6kKKblFTgAQAK49Jw_KAmmdI4Bvd8/view?usp=sharing. Conclusão: o manual elaborado em formato digital foi construído baseado nas evidências científicas demonstradas pela síntese de conhecimento da revisão integrativa de literatura. A aplicabilidade do manual possibilita o acolhimento humanizado aos visitantes e proporciona condições para orientações presenciais e virtuais pela equipe de saúde.

Métricas

Carregando Métricas ...

Referências

Passos SSS, Silva JO, Santana VS, Santos VMN, Pereira A, Santos LM. O acolhimento no cuidado à família numa unidade de terapia intensiva. Rev enferm. 2015 Mai;23(3):368-74. DOI: http://dx.doi.org/10.12957/reuerj.2015.6259.

Wrzesinski A, Beninca CRS, Zanettini Angélica. Projeto UTI Visitas: ideias e percepções de familiares sobre a visita ampliada. Rev. SBPH [Internet]. 2019 Dez [citado em 02 jan. 2023];22(2):90-108. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516- 08582019000300006&lng=en&nrm=iso>.

Goularte PN, Gabarra LM, More CLOO. A visita em Unidade de Terapia Intensiva adulto: perspectiva da equipe multiprofissional. Rev. Psicol. Saúde. 2020 Abr;12(1):157-170. DOI: https://doi.org/10.20435/pssa.v12i1.734.

Vicensi MC. Reflexão sobre a morte e o morrer na UTI: a perspectiva do profissional. Rev. Bioét. 2016 Abr;24(1):64-72. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/1983-80422016241107.

Pelazza BB, Simoni RCM, Freitas EGB, Silva BR, Silva MJP. Visita de Enfermagem e dúvidas manifestadas pela família em unidade de terapia intensiva. Acta paul. enferm. 2015 Fev;28(1):60-65. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/19820194201500011.

Vieira LN, Sá FM, Spiri WS, Borgato MH, Fontes CMB. A experiência da vulnerabilidade dos enfermeiros no cuidado em terapia intensiva pediátrica. Enferm. Foco. 2019;10(5):58-64. DOI: https://doi.org/10.21675/2357-707X.2019.v10.n5.2663.

Nunes ME. Percepção de familiares sobre visitas a pacientes e regras em unidade de terapia intensiva. Arq. Ciênc. Saúde. 2017 jul-set;24(3):84-88.

Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização PNH. 2013.

Polit DF, Beck CT. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: avaliação de evidências para a prática da enfermagem. 7. ed. Porto Alegre: Artmed; 2011.

Echer IC. Elaboração de manuais de orientação para o cuidado em saúde. Rev. Latino-Am. Enferm. 2005 Out;13(5):754-757. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rlae/a/6ZJ3s4DtMzZvSJn4JbpD3WB/?format=pdf&lang=pt

Echer IC. Supporting Patient Autonomy Is Critical to Improving Health. Rev Latino-am Enferm [Internet]. 2005;13(5):754-7. Available at: https://www.psychologicalscience.org/news/releases/supporting-patient-autonomy-is-critical-to-improving-health.html

Alvarez LD, Damiance PRM. O Suitabiliy Assessmente of Materials (SAM) e a avaliação de materias educativos em saúde. Rev intelecto. 2020;3.

Bautista Rodríguez LM, Arias Velandia MF, Carreño Leiva ZO. Percepción de los familiares de pacientes críticos hospitalizados respecto a la comunicación y apoyo emocional. Revista CUIDARTE 2016;7(2):1297.

Da Silveira RE, Contim D. Health education and humanized practice of nursing at intensive care units: bibliometric study. Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online 2015;7(1):2113.

Robert R. et al. Ethical dilemmas due to the Covid-19 pandemic. Annals of Intensive Care 2020;10(1).

Sahoo S. et al. Lived experiences of the corona survivors (patients admitted in COVID wards): A narrative real-life documented summaries of internalized guilt, shame, stigma, anger. Asian Journal of Psychiatry 2020 Apr;53:102-187.

Selman LE. et al. Bereavement Support on the Frontline of COVID-19: Recommendations for Hospital Clinicians. Journal of Pain and Symptom Management 2020;60(2):e81-e86.

Singer AE, et al. A Systematic Review of Family Meeting Tools in Palliative and Intensive Care Settings. American Journal of Hospice and Palliative Medicine 2016;33(8):797-806.

Adams AMN, Mannix T, Harrington A. Nurses’ communication with families in the intensive care unit: a literature review. Nursing in Critical Care 2017;22(2):70–80.

Björk K, Lindahl B, Fridh I. Family members’ experiences of waiting in intensive care: a concept analysis. Scandinavian Journal of Caring Sciences 2019;33(3):522–539.

White DB. et al. A Randomized Trial of a Family-Support Intervention in Intensive Care Units. New England Journal of Medicine 2018;378(25):2365–2375.

Köse I. et al. Factors affecting anxiety and depression symptoms in relatives of intensive care unit patients. Journal of Intensive Care Medicine 2016;31(9):611-617.

Garrouste-Orgeas M. et al. Impact of proactive nurse participation in ICU family conferences: A mixed-method study. Critical Care Medicine 2016;44(6):1116-1128.

Teixeira E, Medeiros HP, Nascimento MHM. Referenciais metodológicos para validação de tecnologias cuidativo-educacionais. In: Nietsche EA, Teixeira E, Medeiros HP, orgs. Tecnologias cuidativoeducacionais: uma possibilidade para o empoderamento do(a) enfermeiro(a). Porto Alegre: Moriá; 2014. p. 113-27.

Oliveira MC de P, Moura AK de, Lima KMO, Medeiros MCWC de, Lira MN, Lima JR de. Construção de um protótipo de aplicativo móvel para processo de enfermagem do paciente renal. Res Soc Dev. 2021;10(3):e21810313226.

Moraes de Sabino LM, Tabelo Maglhaes Brasil D, Afio Caetano J, Lavinas Santos MC, Santos Alves MD. Uso de tecnologia leve-dura nas práticas de enfermagem: análise de conceito. Aquichan. 2016; 16(2): 230-239. DOI: 10.5294/aqui.2016.16.2.10

Publicado

2026-01-16

Como Citar

Calixto, T. R. S., Fontes, C. M. B., Ferreira, A. S. S. B. S., & Bozolan, A. F. (2026). Construção de Manual para Familiares e Visitantes de Pacientes Internados em Unidade de Terapia Intensiva. Nursing Edição Brasileira, 31(332), 12540–12563. https://doi.org/10.36489/nursing.2026v31i332p12540-12563

Edição

Seção

Artigo Original

Categorias