Acceso de Mujeres Trans y Travestis a los Servicios de Salud: Una Revisión Integradora a Partir de la Teoría del Cuidado Transcultural de Leininger
DOI:
https://doi.org/10.36489/nursing.2025v30i329p11716-11733Palabras clave:
Personas transgénero, travestis, atención transcultural, enfermeiraResumen
Este estudio tuvo como objetivo analizar el acceso y las estrategias de atención utilizadas por mujeres trans y travestis en los servicios de salud, con base en la Teoría del Cuidado Transcultural de Madeleine Leininger. A través de una revisión integradora de artículos publicados entre 2020 y 2025 en las bases de datos SciELO, LILACS/BVS y PubMed, se incluyeron estudios que abordaron la atención en salud desde una perspectiva transcultural. Se identificaron barreras como la discriminación, la patologización, la falta de protocolos, la falta de preparación profesional y la escasa visibilidad de las necesidades de esta población. Entre los facilitadores, se destacaron la acogida sensible, la humanización, el trabajo multidisciplinario y las prácticas culturalmente congruentes. Se constató que las políticas públicas y los protocolos aún son insuficientes para garantizar una atención integral y equitativa. Concluimos que la enfermería desempeña un papel esencial en la promoción de una atención inclusiva y respetuosa, y es fundamental invertir en formación, políticas efectivas y prácticas adaptadas a las necesidades de las mujeres trans y travestis.
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