Campanha defende Teste do Pezinho Ampliado no SUS

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O dia 6 de junho celebrou o “Dia Nacional do Teste do Pezinho”, lembrando da importância da Triagem Neonatal para o diagnóstico precoce de diversas doenças. Atualmente, o exame está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) para a detecção de 6 patologias, mas a campanha #PezinhoNoFuturo, lançada pelo Instituto Vidas Raras, defende a implementação de sua versão ampliada em toda a rede pública. 

O Teste do Pezinho Ampliado é capaz de identificar até 53 enfermidades, incluindo doenças raras, mas seu custo na rede privada pode ser muito alto para a maioria da população, chegando aos R$ 450, segundo divulgado pela ONG. “Quando falamos que se tria seis patologias, sabendo que se pode triar até 53, você entende o que muita gente está perdendo. Várias dessas doenças não têm tratamento ainda, mas se trabalharmos com prevenção e diagnóstico precoce, podemos mudar totalmente a história de vida do paciente e de sua família”, comenta Regina Próspero, vice-presidente do Instituto Vidas Raras. 

A matéria divulgada pela assessoria de imprensa da organização conta que, no Distrito Federal, onde um projeto pioneiro disponibiliza o teste capaz de detectar 30 doenças desde 2012, a oferta de exame ampliado teve impacto positivo na taxa de mortalidade infantil, que caiu já nos primeiros três anos de implementação. “É preciso empenho e investimento do Estado. Há retorno e estamos trabalhando para salvar a vida de diversas crianças”, afirma  a coordenadora do Centro de Referência de Doenças Raras da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Maria Terezinha de Oliveira Cardoso, na reportagem.

Por meio de uma petição, a iniciativa #PezinhoNoFuturo está buscando apoio para alcançar representatividade frente a órgãos tomadores de decisão. A meta é ultrapassar a marca de 1 milhão de assinaturas digitais a favor do Teste do Pezinho Ampliado. Até a noite deste domingo, mais de 13.500 assinaturas haviam sido contabilizadas.

Para saber mais sobre a campanha e a petição, acesse o link maequeama.com.br. E para conhecer a história e o trabalho do Instituto Vidas Raras, visite vidasraras.org.br.  

FONTES: Instituto Vidas Raras; Mãe que Ama/maequeama.com.br.

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