Educación Permanente en Enfermería: Uso de Realidad Virtual, Simulación Clínica y Metodologías Activas para la Capacitación
DOI:
https://doi.org/10.36489/nursing.2025v30i329p11812-11829Palabras clave:
Educación permanente, Enfermería, Simulación clínica, Realidad virtual, Metodologías activasResumen
Este estudio tuvo como objetivo analizar las contribuciones de la simulación clínica, la realidad virtual y las metodologías activas en el contexto de la educación permanente en enfermería. A través de una revisión integrativa de la literatura, se seleccionaron once
estudios publicados entre 2015 y 2025, centrados en el uso de estrategias pedagógicas innovadoras en la formación y actualización de profesionales de enfermería. El análisis evidenció que estas metodologías favorecen un aprendizaje significativo, fortalecen competencias técnicas y comportamentales, y facilitan la articulación entre teoría y práctica. La simulación clínica se destacó como herramienta eficaz para el desarrollo de habilidades en ambientes seguros y controlados. La realidad virtual presentó potencial para enriquecer la formación mediante escenarios inmersivos e interactivos. Las metodologías activas promueven el protagonismo del profesional y estimulan el
pensamiento crítico. A pesar de los beneficios señalados, persisten desafíos relacionados con la infraestructura, la formación docente y la resistencia a los cambios. Se concluye que la integración de estas estrategias representa un avance para la cualificación del ejercicio profesional y debe ser promovida como eje estructurante de la educación permanente en salud.
Métricas
Citas
Batista MJ, Maran E. A simulação clínica como metodologia de ensino: uma revisão integrativa. Rev Enferm Atual In Derme. 2020;94(32):e021055.
Borges ML, Souza AAL, Dantas DS. Metodologias ativas e simulação: potencialidades na capacitação de profissionais da saúde. Saúde Debate. 2020;44(126):252-262.
Silva MJ, Dias JD, Rodrigues RGV, Albuquerque A, Rebouças LC. Tecnologias educacionais no ensino superior de enfermagem. Revista Saúde. 2022;11(1):e20515.
Santos LF, Lima KC, Moreira CS. Simulação clínica como estratégia de educação permanente para enfermeiros na inserção da máscara laríngea. Revista Saúde. 2022;11(1). Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/16705
Silva RBG, Andrade AL, Silva MS. Atualização dos conhecimentos e práticas da enfermagem por meio da educação permanente em saúde para enfrentamento da COVID-19. Research, Society and Development. 2022;11(10). Disponível em: https://rsdjournal.org/rsd/article/view/32992
Padilha RQ, Nascimento RG, Lima JVF. Realidade virtual na formação de enfermeiros: revisão integrativa. Rev Enferm UFPE. 2020;14:e243552.
Oliveira LMS, Barbosa KSL, Ferreira RN. Realidade virtual e educação em enfermagem: contribuições para o ensino e a prática. Revista Boca da Mata. 2023;6(1). Disponível em: https://revista.ioles.com.br/boca/index.php/revista/article/view/1163
Silva LE, Santana MS, Reinaldo AMS, Soares WLS, de Oliveira PS, Silva TP. Educação permanente em saúde e metodologias ativas: uma revisão sistemática integrativa. Research, Society and Development. 2021;10(8):e3610813391.
Machado RBB, Iochpe C, Chies C. A utilização da simulação e da gamificação na formação em saúde. Saberes Plurais. 2022;6(2):e136954.
Cunha GHF, Silva LCA, Costa GS. Construção de manual de orientações para a educação permanente em centro cirúrgico: relato de experiência. Revista Gênero, Saúde e Nutrição. 2020;1(1). Disponível em: https://www.saofranciscodeassis.edu.br/ojs/index.php/RGSN/article/view/43
Oliveira FP, Andrade VLF, Lima TS. Avaliação da aplicabilidade de metodologias ativas de ensino-aprendizagem na formação profissional em enfermagem. Revista Saúde. 2020;8(1). Disponível em: https://acervomais.com.br/index.php/saude/article/view/6588







