VIVÊNCIA DA AMAMENTAÇÃO NO PÓS-PARTO IMEDIATO SOBRE A ÓTICA DAS PUÉRPERAS

THE EXPERIENCE OF BREASTFEEDING IN THE IMMEDIATE POSTPARTUM PERIOD FROM THE PERSPECTIVE OF PUERPERAL WOMEN

EXPERIENCIA DE LA LACTANCIA MATERNA EN EL POSPARTO INMEDIATO DESDE

LA PERSPECTIVA DE LAS PUÉRPERAS

Maria Eduarda de Oliveira Neto

Enfermeira Obstétrica. Hospital Sofia Feldman.

Orcid: https://orcid.org/0000-0003-3950-4647

Maria Luiza de Oliveira Lopes

Graduanda em Enfermagem. Universidade Federal de Minas Gerais.

Orcid: https://orcid.org/0009-0000-5778-0384

 

Milena Kiara Ferreira Fidelis

Graduanda em Enfermagem. Universidade Federal de Minas Gerais.

Orcid: https://orcid.org/0009-0006-3231-6271

 

Íbera Chaves Neves

Enfermeira Obstétrica. Hospital Sofia Feldman.

Orcid: https://orcid.org/0000-0003-1540-3219

 

Danúbia Marianne Jardim Barbosa

Doutora em Saúde Coletiva. Hospital Sofia Feldman.

Orcid: https://orcid.org/0000-0002-9671-5152

Cynthia Márcia Romano Faria Walty

Doutora em Enfermagem. Universidade Federal de Minas Gerais.

Orcid:

 

RESUMO

Objetivo: Conhecer a vivência de puérperas no pós-parto imediato sobre amamentação. Método: Estudo qualitativo realizado com 14 puérperas no Alojamento Conjunto de um Hospital Amigo da Criança.  Foram aplicadas entrevistas semiestruturadas e analisadas pela Técnica de Análise de Conteúdo. Resultados: Os principais desafios apontados foram a pega, o posicionamento e a crença no leite fraco. Aspectos que facilitam a vivência da amamentação foram as orientações e apoio prático oferecidos pela enfermagem. Conclusão: A Educação em Saúde faz-se necessária desde o pré-natal, permitindo identificar as necessidades de cada mulher, com a finalidade de realizar intervenções individualizadas e favorecer a amamentação como uma experiência exitosa.

DESCRITORES: Aleitamento materno. Enfermagem.Período pós-parto.

ABSTRACT

Objective: To know the experience of puerperae in the immediate postpartum period about breastfeeding. Method: A qualitative study was conducted with 14 postpartum women in the rooming-in unit of a Baby-Friendly Hospital. Semi-structured interviews were used and analyzed using content analysis techniques. Results: The main challenges identified were latch, positioning, and the belief in "weak milk." Aspects that facilitated the breastfeeding experience were the guidance and practical support offered by nursing staff. Conclusion: Health education is necessary from the prenatal period onwards, allowing for the identification of each woman's needs, with the aim of carrying out individualized interventions and promoting breastfeeding as a successful experience.

RESUMEN

Objetivo: Conocer la vida de los puérperos en el pós-parto inmediato sobre la amamantamiento. Método: Se realizó un estudio cualitativo con 14 puérperas en la unidad de alojamiento conjunto de un Hospital Amigo del Niño. Se utilizaron entrevistas semiestructuradas se analizaron mediante técnicas de análisis de contenido. Resultados: Los principales desafíos identificados fueron el agarre, la postura y la creencia en la "leche débil". La orientación y el apoyo práctico del personal de enfermería facilitaron la experiencia de la lactancia materna. Conclusión: La educación sanitaria es necesaria desde el período prenatal, permitiendo identificar las necesidades de cada mujer, con el fin de implementar intervenciones individualizadas y promover la lactancia materna como una experiencia exitosa.

 

INTRODUÇÃO

A maternidade marca uma nova fase na vida da mulher, sendo o pós-parto acompanhado de muitas informações, instabilidade psíquica e emocional(1). Nesse contexto, a mulher vivencia diversos desafios, especialmente o processo de aleitamento materno (AM).                                                                                        

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o aleitamento materno exclusivo (AME) seja iniciado na primeira hora de vida e continuado até os seis meses de forma exclusiva. Entretanto, no Brasil, segundo o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani) de 2019, a taxa de amamentação exclusiva em bebês de até seis meses alcançou 45,8% no país(2).

A AM constitui a forma ideal de alimentação, promove crescimento e desenvolvimento saudável, fortalece o sistema imunológico, permite vínculo entre mãe-filho(3). Apesar de ser um processo fisiológico, é diretamente influenciado por questões socioculturais, psicológicas e emocionais(4).

A literatura(5) descreve que, dentre as dificuldades mais frequentes, destacam-se a crença de produção insuficiente de leite, a pega e o posicionamento incorretos(6).

No ambiente hospitalar, rotinas, oferta de fórmulas e cesarianas eletivas podem interferir negativamente na amamentação(7). A OMS preconiza ações de promoção e incentivo ao AM, como a Iniciativa Hospital Amigo da Criança(8), por meio de estratégias como o contato pele a pele e a amamentação na primeira hora de vida(9).

Apesar de políticas públicas, a continuidade da amamentação após a alta não é garantida, tornando importante conhecer a vivência das puérperas no pós-parto imediato para orientar ações educativas e práticas profissionais. Este estudo teve como objetivo conhecer a vivência de puérperas com a amamentação no pós-parto imediato.

MÉTODO

Trata-se de um estudo qualitativo descritivo-exploratório(10-11) para se conhecer a vivência de mulheres com a amamentação no puerpério imediato.

A coleta de dados foi realizada em uma Instituição Filantrópica, com o título de Hospital Amigo da Criança desde 1995, em Belo Horizonte, MG. Participaram 14 puérperas, selecionadas por sorteio após verificação dos critérios de inclusão verificados em prontuário: mulheres no puerpério imediato; internadas no Alojamento Conjunto com o recém-nascido (RN); mais de doze horas de pós-parto; em condições clínicas e cognitivas e consentimento em participar da pesquisa. Foram excluídas: mães com RN internado na Unidade Neonatal, em contraindicação para amamentar e com menos de 18 anos.

Realizou-se entrevistas com roteiro semi estruturado, gravadas e transcritas na íntegra, com duração média de 26 minutos, abordando os aspectos que favoreceram e que dificultaram a amamentação desde o nascimento do bebê.

A coleta de dados aconteceu entre outubro de 2020 a janeiro de 2021, após a aprovação no Comitê de Ética e Pesquisa da Instituição (Parecer 4.184.831). O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, anonimato das participantes, local reservado e privativo para as entrevistas foram assegurados pelas pesquisadoras que procederam às mesmas.

A Técnica de Análise de Conteúdo, modalidade Temática(12), permitiu a elaboração de duas categorias para conhecer a vivência da amamentação na perspectiva das puérperas, codificadas com a letra P.

RESULTADOS

Os resultados foram apresentados em duas categorias: Sentimentos das mulheres frente à amamentação e Desafios e facilidades na amamentação durante o puerpério imediato.

Sentimentos das mulheres frente à amamentação

Dentre as participantes, quando questionadas sobre como estava sendo a vivência com a amamentação, algumas (P2, P6, P7, P8) alegaram dificuldade no processo inicial do estabelecimento do aleitamento materno, correlacionando a falta de experiência e insegurança. Mediante as falas, nota-se superação à medida que se compreende a dinâmica do binômio. “Agora está mais tranquilo. Mas no início tive um pouco de dificuldade, insegurança em colocar ele no peito, uma experiência diferente, né?” (P7). “Estou tendo uma boa adaptação, acho que agora está mais fácil, no início sentia medo de não conseguir amamentar” (P8).

Mulheres que já haviam amamentado anteriormente à gestação atual (P3, P4, P9) tiveram uma experiência mais positiva e exitosa quando questionadas sobre a vivência com a amamentação. “Eu estou achando mais tranquilo, pelo fato de eu já ter tido contato com amamentação na minha primeira gestação, assim doí (...) mas a força de vontade de querer amamentar é maior que a dor” (P4). “Está caminhando bem, eu aprendi muita coisa na gestação anterior, e isso me deixou mais segura (...)” (P9).

Foram observados em outros relatos que as crenças culturais, o cansaço, e medo também permearam o processo de amamentação. “Por eles ficarem chorando as vezes a gente acha que o leite não sustenta, não é o suficiente, entendeu? Será que a barriguinha tá cheia? A dúvida cruel e pior é essa, se não tem que dar um leite ou alguma coisa, se só essa gotinha que às vezes a gente aperta e sai é suficiente para eles?” (P1). “O cansaço, de colocar no peito aí espera, aí chora, aí tira, coloca o peito de novo (...) é mais essa luta mesmo de você querer amamentar e a criança tá chorando e não querer e você querer e ficar com medo de não conseguir amamentar” (P4).

Desafios e Facilidades na amamentação durante puerpério imediato

Quando questionadas sobre o que estava contribuindo positivamente e facilitando a amamentação, houve relatos de participantes que consideraram relevante a atuação de profissionais de saúde, destacando a equipe de enfermagem. “(...) desde a primeira pega a enfermeira já veio olhar se ele estava pegando direitinho, se meu bico do peito não estava machucado” (P5). “A paciência da equipe me ajudou muito, quando eu perguntava algo me ajudavam e vinham me orientar” (P2). “Aqui me ajudaram a colocar ela no peito, a encaixar direitinho pra quando ela fosse pegar não me machucar, no pré-natal também recebi algumas orientações do meu médico sobre amamentação” (P8).

A anatomia das mamas foi apontada como facilitadora neste processo. “(...) Eu já tinha bico no seio, então acho que isso me ajudou na hora de posicionar e colocar na pega correta sabe?” (P1). “(...) Meu bico do peito já está curtido né, aí quando ele pegou como se diz (...) ‘pegou na veia mesmo’, pegou certinho, eu consegui identificar com mais facilidade” (P6). “Acho que foi eu ter o bico do peito, minha irmã teve muita dificuldade porque ela não tinha formadinho. Ela já pegou de primeira (...)” (P9).

Em relação aos desafios com a amamentação, a maioria das puérperas referiram dificuldades no estabelecimento da pega e posicionamento, “(...) ela tem a boquinha muito pequena, aí ela estava pegando só no biquinho. Eu não estava sabendo colocar certinho na boca dela, eu pedi ajuda para enfermeira ela veio e me ensinou a pega, acho que o mais desafiador até agora foi a todo momento manter a pega correta (...)” (P9). “Senti muita dor quando ela começou a pegar no meu peito, mas agora melhorei eu fiquei mais tranquila e o pessoal aqui me ajudou a encaixar ela direitinho no meu peito” (P8).

DISCUSSÃO

Os relatos de inseguranças, evidenciam que o puerpério é marcado por mudanças físicas, emocionais e permeado por sentimentos de medo no início deste processo, progressivamente superadas com a vivência materna. Este achado corrobora a literatura onde o ato de amamentar é uma habilidade construída pela observação e prática(13).

A compreensão das múltiplas vivências no início da amamentação permitiu identificar diferenças nos sentimentos maternos. Mulheres que vivenciam a maternidade pela primeira vez apresentam maior insegurança e medo, enquanto aquelas com experiências prévias demonstram maior autoconfiança ao amamentar(14).

 

A história pregressa de amamentação exerce influências positivas ou negativas sobre a experiência atual. Puérperas com vivências anteriores positivas tendem a manter o AM(2,6). No presente estudo, depoentes demonstram maior autoconfiança associada a experiências prévias exitosas.

Quanto às dificuldades relacionadas à pega e ao posicionamento inadequados, a análise das falas evidenciou que, à medida que essas dificuldades surgiram, as puérperas receberam auxílio da equipe de enfermagem. Quando não identificadas e manejadas adequadamente, tais dificuldades podem desencadear intercorrências mamárias e comprometer o AM(8). A literatura(13) enfatiza a importância da enfermagem no manejo clínico da amamentação, baseado em demonstrar, observar e corrigir a pega e o posicionamento(15).

Estudos apontam a crença do “leite fraco” como um dos fatores determinantes do desmame precoce(16), geralmente, relacionada à insegurança materna e à interpretação das mamadas frequentes como sinal de fome do RN(17).

As análises demonstraram que ações educativas da equipe de saúde são bem acolhidas pelas mulheres, reforçando que a Educação em Saúde deve ser iniciada no pré-natal. Cabe à enfermagem incentivar o AM ao longo do ciclo gravídico-puerperal, como importante elo na rede de apoio(18).

Embora os diferentes tipos de mamilos possam influenciar na amamentação, não impedem a lactação(19), sendo essencial a atuação dos profissionais de saúde para desmistificarem essa crença.

O início do processo de amamentação é cercado de desafios que podem ser superados com a maturação da experiência materna, o suporte da rede de apoio, principalmente, da equipe de enfermagem, como uma facilitadora, visando à continuidade da amamentação após a alta hospitalar.

Como limitações do estudo, ressalta-se a ausência de informações sociodemográficas e do processo de trabalho de parto e pós-parto das depoentes, aspectos que podem influenciar a vivência da amamentação.

Espera-se que os achados contribuam para auxiliar profissionais de saúde no apoio às mulheres durante o puerpério imediato, com vistas a estabelecer uma experiência positiva e o AME em livre demanda, com benefícios ao binômio.

CONCLUSÃO

O estudo permitiu compreender que a vivência da amamentação, no puerpério imediato, é permeada por dificuldades como: dor, inseguranças quanto ao leite, experiências prévias negativas. A anatomia das mamas, vivências anteriores positivas e rede de apoio configuraram-se como fatores facilitadores.

Ressalta-se a necessidade de ações educativas sobre AM desde o pré-natal, envolvendo a gestante e sua rede de apoio, a fim de identificar precocemente desafios e promover intervenções individualizadas favorecedoras de uma vivência exitosa.

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