A EXPERIÊNCIA NA IMPLEMENTAÇÃO DE UM PLANO DE CUIDADO EM PACIENTE COM HIDRADENITE SUPURATIVA

Bruna Silva Nogueira[1]

Isabela Norma Abade[2]

Júlia de Figueiredo Salomão[3]

Nathália Michelle Martins Domingos[4]

Ráyla Jacira César dos Santos[5] 

RESUMO

Objetivo: Descrever como foi realizado o atendimento de uma paciente com hidradenite supurativa com o plano de cuidado utilizada para o seu tratamento. Método: Trata-se de um relato de experiência onde foi realizada uma abordagem que combina diferentes tecnologias e curativos avançados. Resultado: Os resultados obtidos durante o período de tratamento levaram a paciente apresentar uma melhora significativa quanto a qualidade de vida, através da redução do desconforto físico e emocional decorrente da hidradenite supurativa. Conclusão: Através desta experiência, ao implementar o protocolo de cuidados para esta ferida, destacamos a importância de integrar diferentes abordagens terapêuticas conforme as características e estágios de cicatrização da lesão. O estudo e conhecimento aprofundado sobre feridas e suas coberturas são fundamentais para os enfermeiros.

DESCRITORES: Hidradenite supurativa; Procedimentos curativos; Papel do profissional de enfermagem; Oxigenoterapia hiperbárica; Laserterapia.

INTRODUÇÃO

        A saúde é um elemento fundamental para o bem-estar humano e conectá-la com a enfermagem estética pode representar uma abordagem promissora. A enfermagem estética combina os princípios da saúde com os da estética, oferecendo cuidados voltados para a melhoria da aparência física e o aumento da autoestima. Ao integrar os conhecimentos da enfermagem com os avanços na área dos procedimentos estéticos e terapias de cuidados com a pele, os enfermeiros estéticos têm demonstrado a capacidade de fornecer tratamentos seguros e eficazes, promovendo de forma abrangente a saúde associada às necessidades estéticas individuais dos pacientes. Essa conexão entre saúde e enfermagem estética tem o potencial de melhorar a qualidade de vida das pessoas, proporcionando resultados positivos tanto física como emocional.(1)

        As lesões de pele, por sua vez, representam situações onde o cuidado da enfermagem é de especial necessidade, pois elas podem acabar se tornando crônicas, impactando de forma negativa na qualidade de vida dos pacientes devido às dores de intensidades variadas, podendo chegar a afetar a mobilidade do paciente. O papel do enfermeiro, neste sentido, é fundamental na recuperação do paciente e a busca de conhecimentos e aprimoramento também é essencial para fundamentar a sua prática.(2)

        Neste estudo, abordou-se o tema da hidradenite supurativa, uma condição caracterizada por como um distúrbio folicular inflamatório crônico, prevalente nas áreas contendo glândulas apócrinas (ou sudorípara), tais como as regiões axilares, inguinais e inframamárias. A etiologia da hidradenite supurativa ainda não é totalmente compreendida, contudo, observa-se uma correlação em determinadas fases com o mecanismo de desenvolvimento da acne. A progressão da doença envolve a obstrução dos folículos pilosos por tampões de queratina, que posteriormente podem romper-se, liberando seu conteúdo na derme. Este processo resulta na formação de nódulos inflamatórios e abscessos, que, com o tempo, podem convergir, formando trajetos fistulosos.(3)(4)

        A pesquisa atual sugere a implicação de mediadores inflamatórios, como o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) e diversas interleucinas, na patogênese desta condição, indicando uma complexa interação imunológica no desenvolvimento da hidradenite supurativa. Clinicamente, a hidradenite supurativa pode ser classificada em estágios, que variam conforme a gravidade e a progressão das lesões. No estágio 1, pode-se notar a presença de um ou mais abscessos ou nódulos. Já no estágio 2, caracteriza-se pela recorrência de abscessos ou nódulos que, embora não se fundam, são acompanhados por trajetos fistulosos e cicatrizes. O estágio 3 é marcado por lesões mais extensas e difusas, assemelhando-se ao estágio 2, porém afetando uma área maior da pele.(3)

        Trata-se de um relato de experiência cuja relevância reside na abordagem multidisciplinar e personalizada no tratamento da hidradenite supurativa, sobretudo ao enfatizar o papel do profissional de enfermagem na avaliação, escolha e aplicação de terapias adequadas para promover a cicatrização e o bem-estar do paciente. Assim, estabeleceu-se como objetivo deste estudo descrever a forma como o atendimento de uma paciente com hidradenite supurativa foi realizado, bem como o plano de cuidados utilizado no decorrer de seu tratamento, buscando demonstrar a eficácia da abordagem integrada no manejo de condições dermatológicas complexas, como é o caso da hidradenite supurativa.

MATERIAIS E MÉTODOS

        Trata-se de um relato de experiência vivenciado por algumas acadêmicas de enfermagem do 9° período da faculdade Centro Universitário de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que descreve o tratamento de hidradenite supurativa em uma clínica de estética localizada em Belo Horizonte. A abordagem realizada combinou diferentes tecnologias e curativos avançados para a realização dos procedimentos, durante o período compreendido entre junho a novembro de 2023.

        O caso acompanhado foi de uma paciente do sexo feminino, com 23 anos, de idade, bancária. Segundo seu relato, a paciente possuía hábitos de vida saudáveis, negando o tabagismo e o etilismo, alergias medicamentosas ou alimentares, sem quaisquer comorbidades prévias. A paciente foi admitida na clínica de estética inicialmente via infectologia devido a um processo infeccioso em seu rosto, semelhante a uma foliculite. Em seguida foi realizada uma biópsia e solicitado à paciente exames de sangue para detectar qualquer tipo de infecção, mas todos os resultados vieram negativos.

        A paciente então iniciou um tratamento profilático com a equipe de enfermagem da clínica, onde foram utilizados curativos de alta tecnologia como a hidrofibra, que atua como um antimicrobiano. A hidrofibra é um tipo de curativo composto por carboximetilcelulose sódica e prata, capaz de absorver todo o microrganismo presente na ferida e alginato de prata, altamente absorvente para feridas infectadas com exsudação moderada de qualquer tamanho. Além deles, foi utilizado também o spray barreira, que tem a finalidade de secar e formar uma camada protetora para proteger a pele, fita de silicone e filme transparente, selecionados com base nas necessidades individuais da paciente em cada momento e que visavam limpar, proteger e promover a cicatrização da ferida.

        Após estes procedimentos, a infectologista deu início à tentativa de melhora com o uso de diversos antibióticos, porém sem muito sucesso. Então a paciente foi encaminhada para a dermatologista da clínica, que diagnosticou ser um caso de acne – uma condição da pele que ocorre quando os folículos capilares são obstruídos por óleo e células mortas da pele –, porém, a paciente relatava à médica nunca ter sofrido com isso em sua adolescência (período onde a acne se sobressai).

        Diante de tal diagnóstico, a paciente passou a associar o uso dos antibióticos com o uso do Roacutan, um medicamento indicado para o tratamento de formas graves de acne e quadros de acne resistentes a tratamentos anteriores. Ainda assim, foram solicitados mais exames à paciente, pois não estava ocorrendo uma melhora significante com o novo tratamento. Foi colhido material da lesão na pele, que já havia evoluído significativamente, para realizar cultura de bactérias e fungos, porém, todos os resultados novamente apontaram resultado negativo para qualquer tipo de microrganismo. Mesmo com todos os exames negativos, o tratamento da paciente seguia com a terapia medicamentosa via oral, tendo indiciado também múltiplas sessões na câmara hiperbárica com o objetivo de promover a oxigenação dos tecidos e acelerar o processo de cicatrização.

        Associada às sessões na câmera hiperbárica e o tratamento com antibióticos, iniciou-se a troca regular dos curativos junto à equipe de enfermagem. Além disso, também foram realizadas sessões de laserterapia (ao mesmo tempo em que era realizada a troca do curativo), utilizando luzes de baixa e alta potência infravermelha para reduzir a inflamação e promover a regeneração celular e alívio da dor.

        A eficácia de uma combinação de intervenções juntamente com diferentes tecnologias e aplicação de curativos avançados, visando proporcionar alívio dos sintomas e melhora na qualidade de vida dos pacientes, demonstraram o quanto é fundamental o papel do profissional de enfermagem no tratamento de feridas, pois ele é o responsável por avaliar, escolher e aplicar o tratamento mais adequado para cada tipo de ferida, visando promover a melhor recuperação do paciente. Neste sentido, os conhecimentos do processo fisiológico de cada lesão e do processo de cicatrização conduz à escolha de técnicas de coberturas específicas para cada tipo de tecido, aumentando a eficácia do tratamento.

RESULTADOS

        Os resultados obtidos ao longo do período de junho a novembro de 2023 mostraram que a paciente apresentou melhora significativa na qualidade de vida, manifestada pela redução do desconforto físico e emocional decorrente da hidradenite supurativa. Durante todo o processo, a paciente apresentou boa disposição para receber todos os tratamentos, tendo em vista que já havia passado por outros procedimentos que não haviam apresentado resultados mais promissores.

        Nas dez sessões de câmara hiperbárica utilizadas, foi percebida melhora progressiva da lesão, porém o processo de cicatrização apresentou estagnação. Ao mesmo tempo em que eram realizadas as sessões de hiperbáricas, foram iniciadas sessões de laserterapia a cada 48 horas, visando diminuir e controlar a inflamação, levando ao aumento da resposta celular para a regeneração tecidual.

        Conforme relatado antes, foram utilizados curativos de alta cobertura e absorção, juntamente com a terapia com laser e as sessões da câmera hiperbárica, visando obter resultados mais rápidos. Na primeira combinação, foi utilizado um curativo com o intuito de mitigar o crescimento de microrganismos presentes na lesão; após algumas trocas, foi percebido que a lesão extava exudativa (liberando secreções), havendo a necessidade de adoção de cobertura para absorver todo o exsudato da ferida. Desta forma, a utilização do curativo com prata foi a indicada devido à sua ação antimicrobiana e retenção maior de secreções. O resultado apresentou-se mais satisfatório, tendo sido realizada a troca do curativo a cada 48 horas, o que resultou em menor umidade, facilitando o processo de cicatrização da ferida.

        Embora o processo de cicatrização tenha apresentado desafios, a melhora significativa na qualidade de vida da paciente ficou evidenciada pela redução visível do desconforto físico e emocional associado à hidradenite supurativa. A abordagem multidisciplinar, que associou diversos procedimentos e recursos terapêuticos, permitiu que os resultados se mostrassem mais satisfatórios, destacando a importância da colaboração interdisciplinar nos cuidados ao paciente.

        

DISCUSSÃO

        A experiência descrita neste relato oferece uma visão valiosa do tratamento da hidradenite supurativa em uma clínica de estética, destacando a complexidade e os desafios associados no manejo dessa condição crônica, demonstrando a importância de se adotar, muitas vezes, uma abordagem multifacetada no tratamento de pacientes. A atenção voltada para o paciente com ferida crônica representa uma área de especialização vital na enfermagem, reconhecida tanto pela Sobend – Sociedade Brasileira de Enfermagem em Dermatologia, quanto pela Sobest – Associação Brasileira de Estomaterapia.

        A Resolução COFEN nº 567/2018(5), delineia claramente as responsabilidades da equipe de enfermagem nesse contexto, empoderando enfermeiros qualificados a avaliar e prescrever as abordagens de tratamento adequadas para feridas crônicas. A execução dos curativos é um processo dinâmico e gradual, no qual é imprescindível possuir um conhecimento sólido para garantir a eficácia do tratamento, pois uma escolha inadequada de abordagem terapêutica pode, inclusive, retardar o processo de cicatrização.

        Inicialmente avaliada pela infectologista que começou o tratamento profilático, a paciente foi posteriormente encaminhada e acolhida pela enfermeira da clínica, chegando bastante sensibilizada emocionalmente na consulta devido à sua condição: a ferida – com cerca de 9cm x 5cm de diâmetro e 0 de profundidade –, localizada no em seu lado direito, na região da maçã do rosto, tinha afetado bastante na sua autoestima.

        O protocolo de cuidados para esse tipo de ferida também incluiu sessões de câmara hiperbárica, que consiste em uma terapia de neovascularização induzida pelo aumento de células como VEGF (fator de crescimento endotelial vascular) e TGF-β( fator de crescimento beta), células relacionadas ao fator de crescimento vascular, o que provoca a formação de novos capilares. Após receberem altas taxas de oxigênio durante as sessões de OHB (oxigenação hiperbárica), os tecidos sofrem um processo de hipóxia, o que acaba por estimular a neovascularização: a estimulação exercida pelo ambiente pós hiperbárico, estimula também o organismo a prover suporte sanguíneo, o que resultará na neovascularização. Assim, fica compreendida a eficácia da OHB, tanto durante, como após o tratamento, visto que as altas taxas de oxigênio produzem matéria prima necessária para a formação de novos vasos, assim como em baixos níveis.(6)(7)

         Outro fator que contribui para esse processo é o aumento da matriz extracelular, que provoca o aumento de células do fator de crescimento de fibroblastos (FGF), desencadeando uma proliferação e migração de fibroblastos e aumento na produção de colágeno. Esse processo acaba por proporcionar a chegada de concentrações adequadas de oxigênio em tecidos pouco vascularizados, favorecendo o processo de cicatrização.

Sendo assim, compreende-se que a OHB (oxigenoterapia hiperbárica) não se trata de um método de curativo ou tratamento isolado, mas de um tratamento adjuvante que irá promover suporte necessário para cicatrização, proporcionando uma perfeita e coordenada cascata de eventos celulares, moleculares e bioquímicos, que resultem nas fases da cicatrização, sendo elas: fase inflamatória, fase de granulação e fase de remodelamento da ferida.(7)

        Em suma, os processos de cicatrização, por vezes, são retardados por falta de suporte celular, molecular e bioquímico e por parte do indivíduo, com problemas fisiopatológicos como a diabetes, as doenças vasculares e etc. Portanto, o que a OHB (oxigenoterapia hiperbárica) visa ofertar é o suporte necessário para que o próprio corpo possa cumprir sua cascata de cicatrização.

        Também foi realizada sessões de laserterapia com 3 joules luz vermelha, um recurso terapêutico muito utilizado no tratamento de feridas. A laserterapia vem sendo bastante utilizada como auxiliar nos tratamentos convencionais ou de forma isolada, visando promover efeitos bioquímicos, bioelétricos e bioenergéticos para acelerar o processo de cicatrização. Neste tipo de terapia, um raio de baixa potência é usado visando possibilitar a aplicação não térmica e o feixe eletromagnético sobre determinada área do organismo afim de obter efeitos terapêuticos. (8)(9)

        Após as sessões de laserterapia, foi realizada a antissepsia da ferida utilizando uma solução para limpeza e descontaminação de feridas. Este produto, composto por betaína (um surfactante) e polihexanida, foi aplicado para promover a descontaminação da ferida, contribuindo para acelerar o processo de cicatrização. Em seguida, o curativo estéril foi aplicado, consistindo em um adesivo de espuma composto por uma camada externa de filme de poliuretano impermeável e uma almofada central contendo várias camadas absorventes. Além disso, o curativo apresenta uma borda adesiva de silicone para fixação. A camada de contato com o leito da ferida é feita de Tecnologia Hydrofiber, que contém 1.2% de prata iônica, proporcionando propriedades antimicrobianas adicionais.

        Voltando para a importância da função do profissional de enfermagem, cabe ao enfermeiro fornecer escuta ativa e apoio emocional ao paciente, oferecendo um olhar cuidadoso e empático para a fase que o paciente se encontra, pois os fatores emocionais interferem diretamente no processo de recuperação e manutenção da saúde. Os fatores emocionais podem acelerar ou retardar processos de regeneração celular. Os níveis de estresse, depressão e ansiedade podem afetar a cicatrização e aumentar a dor na ferida. Como ciência do cuidado, a enfermagem tem a função essencial em promover o tratamento adequado da ferida e acolher o paciente de forma integralizada.

        O enfermeiro é o profissional responsável pelas etapas relacionadas aos cuidados do paciente com feridas, desde o seu acolhimento, avaliação da ferida e escolha do melhor tratamento a ser utilizado, acompanhando-o até a regressão da ferida. Ele tem autonomia para tomar decisões e realizar todas estas etapas com do tratamento que julgar necessárias, sem que necessite do auxílio de outro profissional de saúde. No entanto, para que possa desempenhar suas funções com excelência, o enfermeiro deve ter a consciência de que precisa deter conhecimentos amplos tanto dos materiais necessários, sua disponibilidade no mercado, quanto do processo fisiológico da cicatrização. Ele precisa entender todas as etapas do processo, adequando-se ao modo de tratamento de cada uma delas, as etapas da cicatrização – fase inflamatória, fase proliferativa e fase reparadora – é que determina o avanço da cura.(10)

CONSIDERAÇÕES FINAIS

        Através desta experiência, ao implementar o protocolo de cuidados voltados para a cura da ferida da paciente acompanhada, pode-se perceber a importância de se integrar diferentes abordagens terapêuticas, conforme as características e estágios de cicatrização da lesão.

        O estudo e conhecimento aprofundado sobre feridas e suas coberturas são fundamentais para os profissionais de enfermagem, sobretudo na área da enfermagem estética. É importante destacar que, dentro da enfermagem estética, o cuidado com o paciente muitas vezes vai além da aplicação de técnicas de cuidados físicos, sendo necessário uma ampliação também da capacidade de empatia do enfermeiro com o seu paciente. Assim, vale ressaltar a relevância de proporcionar um cuidado atento e uma escuta ativa do paciente, pois o estado emocional influencia significativamente na eficácia do tratamento.

        Obviamente este estudo não pretende representar uma referência no tratamento de feridas, mas apenas mais uma contribuição para a área. Espera-se que o tema possa despertar o interesse de outros pesquisadores, sobretudo devido ao crescimento promissor da área voltada para a estética, o que exige maior responsabilidade e compromisso dos profissionais da enfermagem na busca por atualizações.

REFERÊNCIAS

1. Smith MC. Nursing theories and nursing practice. 5th ed. Philadelphia: F.A. Davis Company, 2020.

2. Favreto FJL, Betiolli SE, Silva FB, Campa A. O papel do enfermeiro na prevenção, avaliação e tratamento ds lesões por pressão. Rev. Gestão & Saúde, 17(2), 37-47, 2017. Disponível em: https://www.herrero.com.br/files/revista/filea2aa9e889071e2802a49296ce8

95310b.pdf

3. Bolognia, JL, Jorizzo, JL & Schaffer, JV. Dermatologia. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier,  2015.

4. Brasil. Hidradenite Supurativa. Portaria conjunta SCTIC/SAES/MS, no.14, de 11 de setembro de 2019. Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/resumidos/pcdt_resumido_hidradenitesupurativa.pdf

5. Conselho Federal de Enfermagem - Cofen. Resolução no. 567/2018, que regulamenta a atuação da Equipe de Enfermagem no Cuidado aos pacientes com feridas, 2018. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/resolucao-cofenno-567-2018/

6. Lacerda EP, Sitnoveter EL, Alcantara LM, Leite JL, Trevizan MA, Mendes IAC. Atuação da Enfermagem no Tratamento com Oxigenoterapia Hiperbárica. Rev. Latino-Americana de Enfermagem, 14(1), 2006. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rlae/a/Qf5qHHqLPKy6

X3SnHfFmHCt/?format=pdf&lang=pt

7. Barbosa PRA, Gurgel LSS, Araújo PF, Silva VD. Oxigenoterapia hiperbárica no processo de cicatrização de feridas: revisão de literatura. Rev. Enfermagem Atual In Derme, 93(31), 2020. Disponível em:https://revistaenfermagematual.com.br/index.php/revista/article/view/610

8. Mestre T., Rodrigues A., Cardoso J. Cicatrização de feridas crônicas: algumas opções terapêuticas. Rev. da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia - SPDV, 70(4), 423-433, 2012. Disponível em: http://repositorio.chlc.min-saude.pt/handle/10400.17/1422

9. Bastos LLS, Ferreira KL, Sousa LM, Soares MA, Santana CG. Efeitos da laserterapia na cicatrização de úlcera sacral de decúbito. Biológicas & Saúde, 5(18), 56-57, 2015.

10. Melo, EM & Fernandes, VS. Avaliação do conhecimento do enfermeiro acerca das coberturas de última geração. Estima - Rev. da Associação Brasileira de Estomaterapia: estomias, feridas e incontinências, 9(4): 12-20, 2011. Disponível em: http://www.revistaestima.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=392%3Aartigo-original-1&catid=21%3Aedicao-94&Itemid=93&lang=pt

               


[1] Acadêmica do 9º semestre do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Belo Horizonte

[2] Acadêmica do 9º semestre do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Belo Horizonte  

[3] Acadêmica do 9º semestre do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Belo Horizonte

[4] Acadêmica do 9º semestre do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Belo Horizonte

[5] Acadêmica do 9º semestre do curso de Enfermagem do Centro Universitário de Belo Horizonte