Organizações da área da Saúde reforçam necessidade de fortalecer ações de combate à hepatite no Brasil e nas Américas

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No Dia Mundial Contra a Hepatite, celebrado ontem, 28 de julho, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) publicou matéria em seu site oficial orientando os países das Américas a intensificarem “urgentemente” os esforços para o controle da doença na região, redobrando os trabalhos para a garantia de prevenção, detecção e tratamento.

O texto aponta que “na região das Américas, 3,9 milhões de pessoas vivem com hepatite B crônica e 7,2 milhões com hepatite C crônica, levando a mais de 125 mil mortes a cada ano”. “Embora alguns países da região tenham feito grandes progressos para lidar com os riscos à saúde pública causados pelas hepatites, muitos outros continuam atrasados”, afirma na notícia o diretor de Doenças Transmissíveis e Determinantes Ambientais da Saúde da OPAS/OMS, Marcos Espinal.

Espinal também destaca que o tratamento da hepatite C pode levar a uma redução de 75% no risco de desenvolvimento de câncer de fígado, mas que apenas 14% das pessoas com hepatite C na América Latina e no Caribe são diagnosticadas, sendo que menos de 1% recebem o tratamento necessário.

Em 2018, o Dia Mundial Contra a Hepatite tem como mote “É hora de testar, tratar e curar”, com ações centradas em três eixos principais: respaldar a ampliação dos serviços de prevenção, diagnóstico, tratamento e atenção à hepatite, apresentar as melhores práticas e promover a cobertura universal de saúde dos serviços de hepatite e melhorar parcerias e financiamento na luta contra as hepatites virais.

Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI) aproveita a data para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da hepatite. A organização divulgou matéria por meio da assessoria de imprensa com explicações sobre a doença, vacinação e orientações para a prevenção. Além disso, foi programada a distribuição de folhetos informativos em 36 unidades de saúde onde atua, nos estados de São Paulo e Goiás.

Um dos objetivos da iniciativa é conscientizar os pacientes sobre a relevância dos exames de rotina. “Mesmo cercados de cuidados e fora do grupo de risco, ainda assim é recomendável realizar os exames periodicamente”, orienta Dr. Luis Tibana, Superintendente Médico da FIDI.

Leia a reportagem da OPAS na íntegra em paho.org/bra. Para saber mais sobre a FIDI, acesse fidi.org.br.

FONTES: Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)/paho.org/bra; Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI). Foto: ilustrativa/CanStockPhoto.

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