Ômega 3 pode ajudar a prevenir crises de psoríase Pesquisas apontam que ingestão balanceada de ácidos graxos, associada ao tratamento dermatológico, ajuda no tratamento da doença crônica de pele

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São Paulo, 25 de maio de 2017 – A psoríase é uma doença crônica de pele, que pode ter fundo hereditário e se agravar sob algumas condições, como estresse e climas mais frios e secos. Dessa forma, essa pele precisa de cuidados constantes. Além do tratamento dermatológico a ser seguido, os pacientes devem ficar atentos a uma importante constatação proveniente de pesquisas: a importância da suplementação com ômega 3 na melhoria do quadro inflamatório crônico e prevenção das crises.

Segundo a Dra. Maria Inês Harris, PhD e Consultora Científica da Biobalance, em estudos clínicos com pacientes de psoríase, observou-se que a suplementação diária com 2,5g a 3,6 g de EPA e DHA altamente purificados (equivalentes a 6 cápsulas de ômega 3 puros como OmegaPURE, que pode ser encontrado em farmácias de manipulação) mostrou melhoras persistentes no quadro de psoríase. OmegaPURE contém apenas ácidos graxos ômega-3, sendo 90% EPA + DHA. Ele é apresentado em cápsulas pequenas de 500 mg, fáceis de engolir e gastrorresistentes. Como se degradam apenas no duodeno pela ação de pancreases, têm o importante diferencial de não deixar hálito de peixe.

Assim como acontece com certas doenças crônicas, uma alimentação equilibrada e a suplementação, quando necessária, são aliadas importantes do tratamento. Estudos comprovam que a terapia nutricional é eficaz na prevenção das crises de psoríase. “O ômega 3 tem-se mostrado muito eficiente nesses casos”, complementa a Dra. Harris. “Na dieta ocidental, a proporção entre os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 não é a ideal, ingerindo-se uma grande quantidade de ômega-6. Essa proporção dificilmente pode ser melhorada pela ingestão de grandes quantidades de peixes como o salmão ou o atum, por exemplo. Então, para retomar o equilíbrio entre os dois tipos de ômega, faz-se necessária a ingestão de ômega-3 na forma de EPA e DHA purificados, que não podem ser convertidos em ômega-6, como ocorre com o ácido linolênico”, exemplifica a Dra. Harris.

A psoríase se manifesta como placas avermelhadas e descamativas na pele. Sabe-se que a doença está relacionada a uma possível disfunção no processo de estratificação que leva ao estabelecimento de uma descamação desorganizada e um quadro inflamatório, surgindo então as placas espessas e descamativas da psoríase em diferentes partes do corpo, como rosto, membros, costas, couro cabeludo e unhas.

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