Endometriose: doença difícil de ser diagnosticada e que causa muitos transtornos para a mulher

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Na última semana, a cantora Anitta revelou em entrevista para o Fantástico que sofre com endometriose há nove anos e após muitas crises de dor, finalmente detectou a doença e decidiu realizar uma cirurgia. A endometriose é uma doença difícil de ser diagnosticada e que afeta uma em cada 10 mulheres brasileiras. Os sintomas mais comuns são: cólicas menstruais severas, dores abdominais fora do período menstrual, dores nas relações sexuais e sintomas intestinais e urinários. Ela também pode prejudicar a fertilidade da mulher.

Segundo a ginecologista Olívia Oléa, a endometriose é uma doença muito séria e que precisa de diagnóstico precoce e tratamento médico especializado. “Algumas mulheres que sofrem com endometriose sentem muitas dores de profundidade, principalmente durante a penetração, e para esses casos o uso de um produto íntimo que estimule a vulva e o clitóris ajuda muito e pode tornar o momento mais confortável para a mulher. Porém, é impotante ressaltar que a endometriose é uma doença e nenhum produto irá resolver o problema e sim ajudar mulheres que convivem com ela a ter relações sexuais menos dolorosas”, explica.

Feel Lilit, femtech que desenvolve produtos para a saúde e sexualidade da mulher, possui em seu portfólio produtos de bem-estar íntimo que podem ajudar mulheres acometidas pela endometriose. O carro-chefe da marca, o Lubrificante e Hidratante Íntimo Feel é o principal deles. Sua fórmula composta por Calêndula, Aloe Vera, Vitamina E e ativos que mantém o pH vaginal em equilíbrio, possui um deslizamento longo e saudável respeitando todas as necessidades do corpo feminino. O produto atua como um hidratante e auxilia mulheres que sofrem com ressecamento vaginal.

Além do lubrificante tradicional, a marca possui o Excitante Lubrificante Íntimo Feel com ativos naturais de gengibre, canela e menta, é o lubrificante hidratante perfeito para todas as pessoas com vulva, vagina e clitóris que desejam mais intensidade e estímulos na hora do sexo. O excitante aumenta a sensibilidade ao toque e diminui o atrito e o ressecamento da região íntima feminina, trazendo um frescor “geladinho” para a região íntima. Os dois produtos são grandes aliados para mulheres que estejam passando pela menopausa, perimenopausa, climatério ou tenham doenças como a endometriose e desejam produtos que possam tornar os momentos de intimidade mais prazerosos e confortáveis.

CEO da Feel e Lilit, Marina Ratton, acredita que uma das missões da marca é desenvolver produtos que atendam as dores das mulheres. “Nossos produtos são produzidos a partir de relatos de mulheres reais de diferentes faixas etárias e fases da vida, onde mapeamos os sintomas e dores mais recorrentes, a fim de criar opções que tragam conforto, liberdade e bem-estar para a mulher”, diz.

 

Feel e Lilit

A Feel é uma marca que acredita no autocuidado íntimo que respeita o corpo feminino e que atende às preocupações e desejos de todas as mulheres. A femtech desenvolve produtos naturais e veganos para o mercado de sexual wellness, inovando ao criar uma comunidade de mulheres e profissionais de saúde para pesquisar as reais necessidades do público feminino e desenvolver, conjuntamente com a marca, uma linha que utiliza matérias primas de alta qualidade e que respeitam o pH da região íntima da mulher. Fundada em 2020, a Lilit é uma marca de intimidade que nasceu com a ambição de desenvolver vibradores como eles devem ser: criados por quem usa. Além de tecnologia e design sofisticado, a marca aposta em um desenvolvido com base em pesquisas e testes com mulheres reais.

Marina Ratton

Filha de empreendedores, Marina é especialista em Marketing, com foco na experiência do cliente e inovação. Ela decidiu fundar a Feel ao perceber que algumas demandas do universo íntimo feminino eram negligenciadas pelo mercado, que carecia de uma marca criada por e para as mulheres e que desenvolvesse produtos de alta qualidade que respeitassem os desejos e as preocupações reais do público feminino.

Olívia Oléa

Médica ginecologista formada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e com especialização em Sexualidade Humana pela Universidade de São Paulo (USP). Fundadora do Projeto Obstare.

Por: Jangada Consultoria de Comunicação / Foto Ilustrativa: Freepik

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