Após notícias equivocadas, Cofen esclarece atuação da Enfermagem no pré-natal

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O Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) manifestou-se hoje, 22, contra informações equivocadas sobre a atuação de enfermeiras e enfermeiros no atendimento pré-natal divulgadas desde a semana passada na imprensa.

Em nota de esclarecimento publicada em seu site oficial, o Conselho aponta equívocos nas reportagens veiculadas no Jornal do Amapá, na quarta-feira passada, dia 15 de agosto — com retratação em 17 de agosto — e no Jornal do Almoço, em tevê local do Rio Grande do Sul, nesta segunda-feira, 20.  

Em relação à matéria veiculada no Jornal do Amapá, que, segundo o Cofen, associou o alto índice de prematuridade à atuação da Enfermagem no pré-natal, a nota esclarece que “dados do Ministério da Saúde indicam que a prematuridade tem forte componente iatrogênico, associada à cirurgia cesariana desnecessária”, e que “a atuação da Enfermagem no pré-natal e parto contribui não apenas para a melhoria da assistência e controle dos riscos no pré-natal, mas também, de forma específica e direta, para o aumento dos índices de partos normais a termo, com redução das complicações respiratórias associadas à prematuridade dos recém-nascidos”.   

O texto faz referência à legislação vigente que destaca a participação qualificada da Enfermagem no cuidado multidisciplinar à gestante, parturiente e puérpera, mencionando as atribuições dos enfermeiros generalistas como integrantes das equipes de Saúde e a autonomia de enfermeiros obstétricos e obstetrizes na atenção ao parto normal. 

“Por seu impacto na melhoria da assistência pré-natal e na redução da mortalidade materna, a atuação qualificada da Enfermagem obstétrica é um dos pilares da Portaria 1.459/2010 do Ministério da Saúde, que cria a Rede Cegonha, promovendo atenção humanizada e segura”, pontua a nota. 

Leia a nota de esclarecimento na íntegra em cofen.gov.br.

FONTE: Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)/cofen.gov.br. Imagem: ilustrativa/Shutterstock.

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