Aberto ao público, evento nos dias 23 e 24 de março contará com a participação de docentes, profissionais das áreas de saúde e educação e demais interessados no tema

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Na terça-feira, dia 21, é comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down. Oficialmente estabelecida em 2006, a data tem como objetivo dar visibilidade às pessoas com deficiência e mostrar aspectos relevantes – como saúde mental, sexualidade anatomia e estigma no campo das deficiências – desta alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais no par 21, que afeta o desenvolvimento do indivíduo, determinando algumas características físicas e cognitivas.

Com este foco, o curso de Graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) realizará, nos dias 23 e 24 de março, o 4º Encontro de Atenção à Síndrome de Down. Aberto ao público, o evento contará com a participação de docentes, profissionais das áreas de saúde e educação e demais interessados no tema, como pais e familiares de pessoas com esta síndrome e jornalistas.

“Além das palestras científicas, o encontro anual promovido pela FCMSCSP sempre se compromete a apoiar um projeto que promova a educação e a inclusão das pessoas com Síndrome de Down. Nesta quarta edição, o projeto escolhido é o Alma de Batera, cuja apresentação musical finalizará a programação do dia 24”, afirma a responsável pelo evento, a professora doutora Sandra Cristina Fonseca Pires – nas noites de quinta e sexta-feira (23 e 24), também haverá palestra sobre estigma, abordando o impacto do olhar da deficiência, e outros temas como fonoaudiologia, odontologia, saúde mental, sexualidade e autonomia.

O Instituto Alma de Batera surgiu em 2008, com objetivo de incentivar o potencial e autoestima de pessoas com deficiência por meio da música. O projeto foi idealizado pelo músico e pedagogo Paul Lafontaine. Desde a sua criação, já teve mais de 300 alunos na cidade de São Paulo. “É um projeto que merece destaque justamente por conseguir olhar para o aluno, independente do diagnóstico de Síndrome de Down, pois mostra que adaptar as estratégias faz parte do ensino e isso pode ser feito de modo natural, um exemplo de real inclusão”, diz a Profa. Dra. Sandra.

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